17 fev. 2024 21h30

Bantu

Cultura Dança

Sinopse

“Bantu” designa uma família de línguas faladas na África subsariana: é identidade e é comunidade. Bantu designa mais do que uma ocorrência linguística. Pode ser: uma linguagem própria que sobreviveu às línguas europeias impostas; um mecanismo identitário; um signo vedado ao colonizador; uma forma de comunicação, plena de códigos culturais, históricos, religiosos e políticos; a materialização efémera de um longo encontro. A palavra “Bantu” acolhe tudo o que queremos ou imaginamos que o espetáculo Bantu seja. O que Bantu será, contudo, depende dos olhos de quem vê. Este é também um lugar que desejamos ocupar: um lugar diferente para cada um dos corpos que o habita, partilhado nas feridas que rasga, titubeante no trilho que percorre; um lugar exuberante na celebração da comunidade reunida em palco.

 

Bantu teve origem num convite endereçado a Victor Hugo Pontes pelos Estúdios Victor Córdon e pelo Camões – Centro Cultural Português em Maputo, para o desenvolvimento de uma nova criação de dança com intérpretes moçambicanos e portugueses. Os EVC e o Camões – Maputo são parceiros numa programação conjunta para três temporadas, que visa criar pontes entre Portugal e Moçambique, e promover a circulação e internacionalização da dança. Bantu resulta desta parceria.

 

ESPETÁCULO APOIADO PELA DGARTES/ RTCP

 

Ficha técnica

direção artística Victor Hugo Pontes

cenografia F. Ribeiro

música Throes + The Shine

direção técnica e desenho de luz Wilma Moutinho

desenho e operação de som João Monteiro

figurinos Cristina Cunha, Victor Hugo Pontes

construção de máscaras Cristina Cunha

confeção de figurinos Emília Pontes e Domingos Freitas Pereira

assistência de direção Cátia Esteves

consultoria artística Madalena Alfaia

direção de produção Joana Ventura

produção executiva Mariana Lourenço

assistência de produção Inês Guedes Pereira

interpretação Dinis Abudo Quilavei, Dinis Duarte, João Costa*, José Jalane, Maria Emília Ferreira, Marta Cardoso, Osvaldo Passirivo

* bailarino gentilmente cedido pela CNB

estágio como intérprete na criação Francisco Freire

promotores OPART/ Estúdios Victor Córdon, Camões – Centro Cultural Português em Maputo
parceiro institucional dos EVC Camões I.P.

produção Nome Próprio

co-produção A Oficina/CCVF, Camões – Centro Cultural Português em Maputo, Casa das Artes de Vila Nova de Famalicão, OPART/Estúdios Victor Córdon, Teatro José Lúcio da Silva, Teatro Nacional São João

Apoio à residência A Oficina, Largo Residência, CRL – Central Eléctrica, Estúdios Victor Córdon, Teatro Municipal do Porto | Agradecimentos Joãozinho da Costa, Nuno Viegas

Um programa dos Estúdios Victor Córdon e Camões – Centro Cultural Português em Maputo

A Nome Próprio é uma estrutura residente no Teatro Campo Alegre, no âmbito do programa Teatro em Campo Aberto e tem o apoio da República Portuguesa – Cultura / Direcção-Geral das Artes.

 

Outras Informações

PÚBLICO-ALVO: M/14

DURAÇÃO: 70 min, sem intervalo